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Muere la elefanta que fue maltratada durante 40 años en circos de Chile

La elefanta Ramba, que pasó durante 40 años en varios circos de Chile, ha fallecido este jueves 26 de septiembre en un santuario de conservación animal brasileño, donde permanecía desde octubre. La muerte fue confirmada por la organización que la acogió y comunicó la noticia a través de redes sociales.

Se cree que el animal falleció a causa de una enfermedad que padecía desde hace varios años. «Nuestra obstinada abuela, hermosa y más grande que su vida, ya no tenía la fuerza para combatir sus problemas renales», publicó el Santuario de Elefantes de Brasil (SEB).

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É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ramba. Nossa vovó teimosa, linda e maior que a própria vida, não tinha mais forças para lutar contra seus problemas renais. Ainda que após a necropsia tenhamos mais detalhes, sua morte, apesar de dolorosa, não nos surpreendeu tanto. Quando Ramba foi diagnosticada com doença renal, ainda no Chile, há sete anos, tínhamos muita esperança que ela conseguisse viver por mais um ano, no mínimo. Milagrosamente esse ano transformou-se em sete, dando-lhe forças que a ajudaram a chegar ao Santuário. Parece que os elefantes possuem um conhecimento profundo e inexplicável sobre a vida. Prometemos, repetidas vezes, que ela viria para o Santuário e ela lutou para chegar até aqui. Aqui encontrou uma alegria gigantesca, conseguiu explorar como sempre desejara e descobriu o sentido da verdadeira amizade. Talvez fosse tudo o que ela precisava e merecia. Ela se entregou à sua nova vida mas, no processo, parece que desistiu de lutar. Ela estava cansada. Na manhã de quinta-feira, 26 de dezembro, Rana e Maia estavam no galpão sem Ramba. Isso acontecia sempre, Ramba gostava de explorar mais que Rana e, ocasionalmente, retornava à pastagem para um bom banho de lama pela manhã, enquanto Rana ficava próxima ao galpão antecipando o horário do café da manhã. Saímos para encontrá-la e a descobrimos em um dos seus lugares favoritos, o recinto número 4, além do riacho. Ela parecia estar dormindo. Sua morte deve ter sido repentina pois a grama ao seu redor estava intocada. Apenas um lindo elefante, deitado em um belo pasto, os olhos suavemente fechados e o rosto doce, tão calmo como costumava ser. Como não sabíamos se Rana tinha a percepção do que acontecera, a levamos de volta para sua irmã. Sentimos que não sabia, porque quando se aproximou de Ramba arregalou seus olhos, a cheirou profundamente, repetidas vezes e depois murmurou baixinho, também, repetidamente. Cheirou e tocou todo o corpo de Ramba parecendo tentar entender o que tinha acontecido. Após vários minutos ela ficou quietinha e permaneceu ao lado de Ramba, pastando. E ali ficou, o resto do dia ao lado da amiga. * Continuação do texto nos comentários ?

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Sin embargo, los especialistas aguardarán los resultados finales de la autopsia para obtener más detalles. La organización aseguró que la muerte fue repentina y que a pesar de que se conocía el delicado estado de salud de Ramba, tenían esperanzas de que pudiera vivir al menos otro año.

«La encontramos en uno de sus lugares favoritos, el recinto número cuatro, más allá del arroyo. Parecía estar dormida. Su muerte debió ser repentina porque la hierba que la rodeaba estaba intacta», escribió SEB.

Después de que la Justicia chilena confirmase que el animal era maltratado y obligado a hacer diversas acrobacias en un circo, Ramba empezó a vivir en el Parque Safari de Rancagua, al sur de Santiago.

Desde entonces, la organización luchó durante siete años para conseguir su traslado hacia Brasil para proporcionarle un hábitat adaptado a sus necesidades.

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